ACUIDADE VISUAL A LASER (PAM - Medida do potencial de acuidade visual)

O PAM ou Potencial Acuity Meter é o exame que mede a capacidade de enxergar da mácula. Ele é necessário quando existe uma baixa da visão causada ao mesmo tempo por vários problemas oculares.

Por exemplo, um paciente pode ter degeneração macular e desenvolver também uma catarata. Neste caso, a baixa de visão é causada pelas duas doenças. Como saber, então, se a cirurgia de catarata será bem sucedida. Quanto da visão será possível recuperar após o procedimento, se o paciente também tem a degeneração?

O PAM projeta diretamente sobre a mácula, usando o laser, linhas ou letras que o paciente deve identificar. Dessa forma, ele consegue eliminar o fator de opacidade da catarata e avaliar somente a capacidade de visão da mácula. De acordo com o tamanho da menor letra que ele foi capaz de ver, é possível prever o resultado visual da cirurgia de catarata.

Doenças comumente avaliadas pelo exame:

Catarata e doenças retinianas.

Como se preparar para o exame?

Não há preparo especial para realizar o PAM. Será necessário dilatar a pupila.

Como é o exame?

 

Com o paciente sentado, o técnico aproxima o aparelho de seus olhos e projeta as letras ou linhas a serem identificadas. O exame dura 20 minutos e é indolor.

  1. ACUIDADE VISUAL A LASER (PAM - Medida do potencial de acuidade visual)

O PAM ou Potencial Acuity Meter é o exame que mede a capacidade de enxergar da mácula. Ele é necessário quando existe uma baixa da visão causada ao mesmo tempo por vários problemas oculares.

Por exemplo, um paciente pode ter degeneração macular e desenvolver também uma catarata. Neste caso, a baixa de visão é causada pelas duas doenças. Como saber, então, se a cirurgia de catarata será bem sucedida. Quanto da visão será possível recuperar após o procedimento, se o paciente também tem a degeneração?

O PAM projeta diretamente sobre a mácula, usando o laser, linhas ou letras que o paciente deve identificar. Dessa forma, ele consegue eliminar o fator de opacidade da catarata e avaliar somente a capacidade de visão da mácula. De acordo com o tamanho da menor letra que ele foi capaz de ver, é possível prever o resultado visual da cirurgia de catarata.

 

Doenças comumente avaliadas pelo exame:

Catarata e doenças retinianas.

 

Como se preparar para o exame?

Não há preparo especial para realizar o PAM. Será necessário dilatar a pupila.

 

Como é o exame?

Com o paciente sentado, o técnico aproxima o aparelho de seus olhos e projeta as letras ou linhas a serem identificadas. O exame dura 20 minutos e é indolor.

 

ANGIOFLUORESCEINOGRAFIA

O exame de angioflouresceinografia é utilizado para avaliar a retina, a coróide e o disco óptico. O fundo do olho é fotografado utilizando um aparelho com filtros especiais, o retinógrafo, após a injeção de um contraste venoso (fluoresceína). O contraste chega até o olho através da corrente sanguínea e preenche os vasos sanguíneos, que se tornam fluorescentes nas fotos. O exame avalia a circulação da parte posterior do olho e destaca alterações como defeitos nos vasos, extravazamento, edema, vasos anômalos, inflamação e áreas com falta de irrigação sanguínea.

Doenças comumente avaliadas pelo exame:

- Retinopatia diabética

- Degeneração macular relacionada à idade;

- Oclusões vasculares da retina;

- Coroidopatia serosa central.

Como se preparar para o exame?

O paciente deve estar acompanhado de um adulto para realizar o exame, pois é comum a visão ficar embaçada durante algum tempo.

Como é o exame?

As pupilas são dilatadas e o paciente posicionado no aparelho. Injeta-se o contraste venoso e, após alguns segundos, as fotos são realizadas. São necessárias várias fotos, de todas as porções do fundo do olho, para uma avaliação completa.

Efeitos indesejados

Pode ocorrer alergia ao contraste, náuseas e vômitos durante a aplicação.

 

É frequente a urina ficar mais escura nos dias seguintes ao exame.

O exame de angioflouresceinografia é utilizado para avaliar a retina, a coróide e o disco óptico. O fundo do olho é fotografado utilizando um aparelho com filtros especiais, o retinógrafo, após a injeção de um contraste venoso (fluoresceína). O contraste chega até o olho através da corrente sanguínea e preenche os vasos sanguíneos, que se tornam fluorescentes nas fotos. O exame avalia a circulação da parte posterior do olho e destaca alterações como defeitos nos vasos, extravazamento, edema, vasos anômalos, inflamação e áreas com falta de irrigação sanguínea.

 

Doenças comumente avaliadas pelo exame:

- Retinopatia diabética

- Degeneração macular relacionada à idade;

- Oclusões vasculares da retina;

- Coroidopatia serosa central.

 

Como se preparar para o exame?

O paciente deve estar acompanhado de um adulto para realizar o exame, pois é comum a visão ficar embaçada durante algum tempo.

 

Como é o exame?

As pupilas são dilatadas e o paciente posicionado no aparelho. Injeta-se o contraste venoso e, após alguns segundos, as fotos são realizadas. São necessárias várias fotos, de todas as porções do fundo do olho, para uma avaliação completa.

 

Efeitos indesejados

Pode ocorrer alergia ao contraste, náuseas e vômitos durante a aplicação.

É frequente a urina ficar mais escura nos dias seguintes ao exame.

 

AUTO-REFRAÇÃO COMPUTADORIZADA

O exame de auto-refração faz parte do preparo do paciente para a consulta oftalmológica. Ele é utilizado para medir o grau de óculos de forma automatizada, orientando e tornando mais ágil a consulta.

Embora a tecnologia tenha evoluído muito nos últimos anos e o exame consiga resultados bastante exatos, a auto-refração não é um substituto para a medição realizada pelo oftalmologista dentro do consultório, pois está sujeita a algumas interferências.

Como é o exame?

O exame pode ser feito com as pupilas dilatadas ou não, a critério do médico. O paciente é posicionado no aparelho e fixa, com um olho de cada vez, em uma imagem projetada por ele. São realizadas duas ou três medidas e o resultado impresso para o médico responsável.

Efeitos indesejados

Se for necessário dilatar a pupila a visão pode ficar embaçada durante várias horas. É aconselhável levar um par de óculos escuros sempre que comparecer a uma consulta oftalmológica.

O exame de auto-refração faz parte do preparo do paciente para a consulta oftalmológica. Ele é utilizado para medir o grau de óculos de forma automatizada, orientando e tornando mais ágil a consulta.

Embora a tecnologia tenha evoluído muito nos últimos anos e o exame consiga resultados bastante exatos, a auto-refração não é um substituto para a medição realizada pelo oftalmologista dentro do consultório, pois está sujeita a algumas interferências.

 

Como é o exame?

O exame pode ser feito com as pupilas dilatadas ou não, a critério do médico. O paciente é posicionado no aparelho e fixa, com um olho de cada vez, em uma imagem projetada por ele. São realizadas duas ou três medidas e o resultado impresso para o médico responsável.

 

Efeitos indesejados

Se for necessário dilatar a pupila a visão pode ficar embaçada durante várias horas. É aconselhável levar um par de óculos escuros sempre que comparecer a uma consulta oftalmológica.

CAMPO VISUAL COMPUTADORIZADO

O exame de campimetria computadorizada avalia a sensibilidade em múltiplos pontos da retina periférica. Muitas doenças oculares e neurológicas podem causar defeitos no campo visual com redução de sua amplitude ou manchas em seu interior (escotomas). A localização e formato das alterações oferecem pistas para a doença causadora.

No caso do glaucoma, o exame de campo visual auxilia no diagnóstico e no acompanhamento do tratamento.

Doenças comumente avaliadas pelo exame:

Glaucoma

Neurite óptica

Tumor cerebral

Aneurisma cerebral

Acidente vascular cerebral

Doenças da retina e coróide

Oclusão vascular retiniana

Como se preparar para o exame?

Não há preparo especial para realizar o exame de campo visual. O paciente deve usar seus óculos ou lentes de contato mais recentes, ou levar a receita com a última prescrição para realizar o teste.

Como é o exame?

Não é necessário dilatar a pupila para realizar o teste. O paciente é posicionado no aparelho e cada olho é examinado por sua vez. Fixando sempre o mesmo ponto central, o paciente deve apertar o botão em um pequeno controle sempre que avistar uma luz na tela do aparelho. A luz aparece em vários pontos da tela, variando em intensidade a cada apresentação. O exame demora de 15 a 45 minutos, dependendo do paciente. A campimetria depende de atenção e concentração. Em muitos casos, o primeiro exame realizado pela pessoa não tem resultados confiáveis e é necessário repetir uma ou duas vezes até que o paciente aprenda a realizá-lo.

  1. CAMPO VISUAL COMPUTADORIZADO

O exame de campimetria computadorizada avalia a sensibilidade em múltiplos pontos da retina periférica. Muitas doenças oculares e neurológicas podem causar defeitos no campo visual com redução de sua amplitude ou manchas em seu interior (escotomas). A localização e formato das alterações oferecem pistas para a doença causadora.

No caso do glaucoma, o exame de campo visual auxilia no diagnóstico e no acompanhamento do tratamento.

 

Doenças comumente avaliadas pelo exame:

Glaucoma

Neurite óptica

Tumor cerebral

Aneurisma cerebral

Acidente vascular cerebral

Doenças da retina e coróide

Oclusão vascular retiniana

 

Como se preparar para o exame?

Não há preparo especial para realizar o exame de campo visual. O paciente deve usar seus óculos ou lentes de contato mais recentes, ou levar a receita com a última prescrição para realizar o teste.

 

Como é o exame?

Não é necessário dilatar a pupila para realizar o teste. O paciente é posicionado no aparelho e cada olho é examinado por sua vez. Fixando sempre o mesmo ponto central, o paciente deve apertar o botão em um pequeno controle sempre que avistar uma luz na tela do aparelho. A luz aparece em vários pontos da tela, variando em intensidade a cada apresentação. O exame demora de 15 a 45 minutos, dependendo do paciente. A campimetria depende de atenção e concentração. Em muitos casos, o primeiro exame realizado pela pessoa não tem resultados confiáveis e é necessário repetir uma ou duas vezes até que o paciente aprenda a realizá-lo.

 

CURVA TENSIONAL DIÁRIA

A curva tensional é o exame que mede a pressão ocular em vários horários do dia. Ela avalia o comportamento e a variação das medidas, o que pode ajudar no diagnóstico e no acompanhamento do glaucoma.

A pressão ocular é medida usualmente através da tonometria de aplanação de Goldman, exame realizado em todas as consultas oftalmológicas. Porém, uma medida isolada da pressão pode não ser suficiente. Como seus valores variam ao longo do dia, uma pressão pode ter um valor dentro da normalidade à tarde e estar acima do limite considerado normal pela manhã. Por exemplo, um paciente pode ter, em uma consulta as 16h. a pressão  igual a 17mmHg, considerada normal. Porém, a mesma pessoa pode ter, às 8h da manhã, uma medida de 22mmHg, o que seria suspeito. A hipertensão ocular é o principal fator de risco para glaucoma e deve ser cuidadosamente avaliada.

Utilização do exame:

Suspeita de glaucoma

Glaucoma

Como se preparar para o exame?

Não é necessário preparo especial, no entanto o paciente deve se programar para passar várias horas na clínica.

Como é o exame?

A tonometria, ou medida da pressão ocular, é realizada pelo oftalmologista no consultório após a instilação de uma gota de anestésico em cada olho. Durante a curva tensional diária são realizadas várias medidas, em horários programados.

A curva tensional é o exame que mede a pressão ocular em vários horários do dia. Ela avalia o comportamento e a variação das medidas, o que pode ajudar no diagnóstico e no acompanhamento do glaucoma.

A pressão ocular é medida usualmente através da tonometria de aplanação de Goldman, exame realizado em todas as consultas oftalmológicas. Porém, uma medida isolada da pressão pode não ser suficiente. Como seus valores variam ao longo do dia, uma pressão pode ter um valor dentro da normalidade à tarde e estar acima do limite considerado normal pela manhã. Por exemplo, um paciente pode ter, em uma consulta as 16h. a pressão  igual a 17mmHg, considerada normal. Porém, a mesma pessoa pode ter, às 8h da manhã, uma medida de 22mmHg, o que seria suspeito. A hipertensão ocular é o principal fator de risco para glaucoma e deve ser cuidadosamente avaliada.

 

Utilização do exame:

Suspeita de glaucoma

Glaucoma

 

Como se preparar para o exame?

Não é necessário preparo especial, no entanto o paciente deve se programar para passar várias horas na clínica. Usualmente são realizadas medidas às colocar as horas do exame na Vizibelli.

 

Como é o exame?

A tonometria, ou medida da pressão ocular, é realizada pelo oftalmologista no consultório após a instilação de uma gota de anestésico em cada olho. Durante a curva tensional diária são realizadas várias medidas, em horários programados.

 

BIOMETRIA ÓPTICA (IOL MASTER)

Exame utilizado para medir o comprimento do olho e outras estruturas internas, para calcular o “grau” da lente intraocular a ser implantada durante a cirurgia de catarata. A ecobiometria convencional utiliza o ultrassom, porém a biometria óptica utiliza o laser para essa medida, com resultados mais precisos.

Durante a cirurgia de catarata, o cristalino opacificado é retirado e substituído por uma lente artificial. É uma oportunidade para a correção da miopia, hipermetropia, astigmatismo e presbiopia. O paciente após a cirurgia de catarata tem a chance de não usar mais óculos. Para isso, é necessário que o “grau” da lente intraocular seja calculado com a maior precisão possível, o que é obtido através da biometria óptica.

Utilização do exame:

Pré operatório de cirurgia de catarata ou cirurgia refrativa.

Como se preparar para o exame?

Não é necessário preparo especial para o exame, exceto suspender o uso de lentes de contato por, pelo menos, cinco dias.

Como é o exame?

O paciente é posicionado no aparelho e fixa um ponto central. O exame é rápido, indolor e não há contato com a superfície ocular.

Exame utilizado para medir o comprimento do olho e outras estruturas internas, para calcular o “grau” da lente intraocular a ser implantada durante a cirurgia de catarata. A ecobiometria convencional utiliza o ultrassom, porém a biometria óptica utiliza o laser para essa medida, com resultados mais precisos.

Durante a cirurgia de catarata, o cristalino opacificado é retirado e substituído por uma lente artificial. É uma oportunidade para a correção da miopia, hipermetropia, astigmatismo e presbiopia. O paciente após a cirurgia de catarata tem a chance de não usar mais óculos. Para isso, é necessário que o “grau” da lente intraocular seja calculado com a maior precisão possível, o que é obtido através da biometria óptica.

 

Utilização do exame:

Pré operatório de cirurgia de catarata ou cirurgia refrativa.

 

Como se preparar para o exame?

Não é necessário preparo especial para o exame, exceto suspender o uso de lentes de contato por, pelo menos, cinco dias.

 

Como é o exame?

O paciente é posicionado no aparelho e fixa um ponto central. O exame é rápido, indolor e não há contato com a superfície ocular.

 

ECOGRAFIA A (ECOBIOMETRIA)

A ecografia A ou ecobiometria é o exame que utiliza o ultrassom para medir o comprimento do olho para calcular o “grau” da lente intraocular a ser implantada durante a cirurgia de catarata. Existem duas técnicas:

- Método de contato: contato direto da sonda de ultrassom com a superfície ocular.

- Método de imersão: uso de uma interface aquosa entre a sonda e o olho.

Geralmente o método de imersão é mais preciso que o de contato. No entanto, a biometria óptica (IOL MASTER) consegue uma precisão superior a quaisquer das técnicas de ultrassom.

Utilização do exame:

Pré operatório de cirurgia de catarata ou cirurgia refrativa.

Como se preparar para o exame?

Não é necessário preparo especial para o exame, exceto suspender o uso de lentes de contato por, pelo menos, cinco dias.

Como é o exame?

No método de ecobiometria de contato, o olho é anestesiado e o paciente posicionado olhando para a frente. A sonda toca a superfície ocular e várias medidas de comprimento ocular são registradas.

No método de imersão, após anestesiar o olho é posicionado um recipiente sobre a córnea, que é preenchido por soro fisiológico. A sonda é colocada neste líquido e são feitas múltiplas medidas.

A ecografia A ou ecobiometria é o exame que utiliza o ultrassom para medir o comprimento do olho para calcular o “grau” da lente intraocular a ser implantada durante a cirurgia de catarata. Existem duas técnicas:

- Método de contato: contato direto da sonda de ultrassom com a superfície ocular.

- Método de imersão: uso de uma interface aquosa entre a sonda e o olho.

Geralmente o método de imersão é mais preciso que o de contato. No entanto, a biometria óptica (IOL MASTER) consegue uma precisão superior a quaisquer das técnicas de ultrassom.

 

Utilização do exame:

Pré operatório de cirurgia de catarata ou cirurgia refrativa.

 

Como se preparar para o exame?

Não é necessário preparo especial para o exame, exceto suspender o uso de lentes de contato por, pelo menos, cinco dias.

 

Como é o exame?

No método de ecobiometria de contato, o olho é anestesiado e o paciente posicionado olhando para a frente. A sonda toca a superfície ocular e várias medidas de comprimento ocular são registradas.

No método de imersão, após anestesiar o olho é posicionado um recipiente sobre a córnea, que é preenchido por soro fisiológico. A sonda é colocada neste líquido e são feitas múltiplas medidas.

 

ECOGRAFIA B

A ecografia ocular emprega o ultrassom para avaliar dinamicamente as estruturas do olho e da órbita. Sua utilização mais frequente é na presença de opacidade dos meios (córnea, câmara anterior, cristalino, corpo vítreo) que impeçam o exame da retina e do nervo óptico.

Doenças comumente avaliadas pelo exame:

- hemorragia ou inflamação no corpo vítreo;

- trauma ocular;

- tumores;

- corpo estranho intraocular;

- descolamento de retina e coróide;

- hipotensão ocular.

Como se preparar para o exame?

Não é necessário preparo especial para o exame.

Como é o exame?

O paciente é posicionado em uma maca e um gel condutor aplicado sobre as pálpebras. A sonda do aparelho é posicionada e envia imagens ao aparelho de ecografia.

A ecografia ocular emprega o ultrassom para avaliar dinamicamente as estruturas do olho e da órbita. Sua utilização mais frequente é na presença de opacidade dos meios (córnea, câmara anterior, cristalino, corpo vítreo) que impeçam o exame da retina e do nervo óptico.

 

Doenças comumente avaliadas pelo exame:

- hemorragia ou inflamação no corpo vítreo;

- trauma ocular;

- tumores;

- corpo estranho intraocular;

- descolamento de retina e coróide;

- hipotensão ocular.

 

Como se preparar para o exame?

Não é necessário preparo especial para o exame.

 

Como é o exame?

O paciente é posicionado em uma maca e um gel condutor aplicado sobre as pálpebras. A sonda do aparelho é posicionada e envia imagens ao aparelho de ecografia.

 

GONIOSCOPIA

A gonioscopia é o exame que avalia o ângulo da câmara anterior, região de drenagem do humor aquoso. O humor aquoso é produzido pelo corpo ciliar e preenche a porção anterior do olho. Ele é drenado para fora do olho através do trabeculado, uma malha de tecido localizada no ângulo da câmara anterior. Em algumas doenças podem ser observadas alterações típicas nesse local como: ângulo estreito, presença de pigmentos ou outras partículas, presença de sinéquias (aderências) entre outras.

Doenças comumente avaliadas pelo exame:

Glaucoma

Uveíte anterior

Síndrome de dispersão pigmentaria

Síndrome de pseudo-esfoliação

Trauma ocular

Tumores

Como se preparar para o exame?

A visão pode ficar embaçada por algum tempo após o exame, por isso é aconselhado levar um acompanhante.

Como é o exame?

Após anestesiar o olho, uma lente especial é posicionada em sua superfície. Utilizando a lâmpada de fenda, o oftalmologista observa o ângulo da câmara anterior em toda a sua extensão, 360º. Podem ser realizadas fotografias, quando necessário.

A gonioscopia é o exame que avalia o ângulo da câmara anterior, região de drenagem do humor aquoso. O humor aquoso é produzido pelo corpo ciliar e preenche a porção anterior do olho. Ele é drenado para fora do olho através do trabeculado, uma malha de tecido localizada no ângulo da câmara anterior. Em algumas doenças podem ser observadas alterações típicas nesse local como: ângulo estreito, presença de pigmentos ou outras partículas, presença de sinéquias (aderências) entre outras.

 

Doenças comumente avaliadas pelo exame:

Glaucoma

Uveíte anterior

Síndrome de dispersão pigmentaria

Síndrome de pseudo-esfoliação

Trauma ocular

Tumores

 

Como se preparar para o exame?

A visão pode ficar embaçada por algum tempo após o exame, por isso é aconselhado levar um acompanhante.

 

Como é o exame?

Após anestesiar o olho, uma lente especial é posicionada em sua superfície. Utilizando a lâmpada de fenda, o oftalmologista observa o ângulo da câmara anterior em toda a sua extensão, 360º. Podem ser realizadas fotografias, quando necessário.

MAPEAMENTO DE RETINA

O mapeamento de retina é o exame que examina todo o fundo do olho (retina, mácula, coróide, disco óptico e vasos retinianos) e mapeia as alterações encontradas.

Doenças comumente avaliadas pelo exame:

Miopia

Degenerações retinianas

Descolamento de retina

Tumores

Oclusões vasculares

Hemorragias

Infecções

Diabetes

Hipertensão arterial

Pré operatório de catarata e outras cirurgias oculares

Como se preparar para o exame?

A pupila será dilatada para realização do exame, por isso é aconselhado levar um acompanhante.

Como é o exame?

Após a dilatação da pupila, o paciente é reclinado ou deitado e o médico oftalmologista usa o oftalmoscópio binocular indireto e uma lente especial para examinar o fundo do olho. Pode ser necessário utilizar a indentação escleral, ou seja, um pequeno dispositivo encaixado no dedo do médico é utilizado para pressionar levemente o olho expondo áreas da periferia da retina de mais difícil visualização.

O mapeamento de retina é o exame que examina todo o fundo do olho (retina, mácula, coróide, disco óptico e vasos retinianos) e mapeia as alterações encontradas.

 

Doenças comumente avaliadas pelo exame:

Miopia

Degenerações retinianas

Descolamento de retina

Tumores

Oclusões vasculares

Hemorragias

Infecções

Diabetes

Hipertensão arterial

Pré operatório de catarata e outras cirurgias oculares

 

Como se preparar para o exame?

A pupila será dilatada para realização do exame, por isso é aconselhado levar um acompanhante.

 

Como é o exame?

Após a dilatação da pupila, o paciente é reclinado ou deitado e o médico oftalmologista usa o oftalmoscópio binocular indireto e uma lente especial para examinar o fundo do olho. Pode ser necessário utilizar a indentação escleral, ou seja, um pequeno dispositivo encaixado no dedo do médico é utilizado para pressionar levemente o olho expondo áreas da periferia da retina de mais difícil visualização.

 

MICROSCOPIA ESPECULAR DA CÓRNEA

Exame que fotografa a camada interna da córnea, chamada endotélio, responsável pela sua transparência. As células endoteliais são contadas e suas características, como tamanho e formato, são analisadas. É utilizado no pré operatório de cirurgias intra oculares como catarata, glaucoma e transplante de córnea, em usuários de lentes de contato e nos casos de doenças corneanas.

Doenças comumente avaliadas pelo exame:

Córnea gutatta

Distrofia de Fuchs

Como se preparar para o exame?

Não é necessário preparo especial para o exame.

Como é o exame?

O paciente é posicionado no aparelho que fotografa e avalia o endotélio corneano. O exame é rápido e indolor.

Exame que fotografa a camada interna da córnea, chamada endotélio, responsável pela sua transparência. As células endoteliais são contadas e suas características, como tamanho e formato, são analisadas. É utilizado no pré operatório de cirurgias intra oculares como catarata, glaucoma e transplante de córnea, em usuários de lentes de contato e nos casos de doenças corneanas.

 

Doenças comumente avaliadas pelo exame:

Córnea gutatta

Distrofia de Fuchs

 

Como se preparar para o exame?

Não é necessário preparo especial para o exame.

 

Como é o exame?

O paciente é posicionado no aparelho que fotografa e avalia o endotélio corneano. O exame é rápido e indolor.

 

OFTALMOSCOPIA BINOCULAR INDIRETA

Exame que avalia o fundo de olho (retina, mácula, coróide, disco óptico e vasos retinianos), realizado durante a maioria das consultas oftalmológicas. É capaz de avaliar toda a extensão da retina, até a periferia.

Doenças comumente avaliadas pelo exame:

Miopia

Degenerações retinianas

Descolamento de retina

Tumores

Oclusões vasculares

Hemorragias

Infecções

Diabetes

Hipertensão arterial

Pré operatório de catarata e outras cirurgias oculares

Como se preparar para o exame?

A pupila será dilatada para realização do exame, por isso é aconselhado levar um acompanhante.

Como é o exame?

Após a dilatação da pupila, o paciente é reclinado ou deitado e o médico oftalmologista usa o oftalmoscópio binocular indireto e uma lente especial para examinar o fundo do olho.

Exame que avalia o fundo de olho (retina, mácula, coróide, disco óptico e vasos retinianos), realizado durante a maioria das consultas oftalmológicas. É capaz de avaliar toda a extensão da retina, até a periferia.

 

Doenças comumente avaliadas pelo exame:

Miopia

Degenerações retinianas

Descolamento de retina

Tumores

Oclusões vasculares

Hemorragias

Infecções

Diabetes

Hipertensão arterial

Pré operatório de catarata e outras cirurgias oculares

 

Como se preparar para o exame?

A pupila será dilatada para realização do exame, por isso é aconselhado levar um acompanhante.

 

Como é o exame?

Após a dilatação da pupila, o paciente é reclinado ou deitado e o médico oftalmologista usa o oftalmoscópio binocular indireto e uma lente especial para examinar o fundo do olho.

 

ORTÓPTICA

O teste ortóptico é um conjunto de exames utilizados para avaliar a posição e a movimentação dos olhos e a capacidade de visão binocular. Inicialmente é avaliada a posição e o alinhamento dos olhos em todas as posições do olhar e se há alteração na força dos músculos extra-oculares. Se há desvio, este é medido utilizando prismas.

Desvios latentes são estudados através do teste de cobertura (cover test). Tampando sucessivamente cada um dos olhos, quebra-se a visão binocular e desvios não aparentes podem se tornar visíveis.

O teste ortóptico avalia também a visão binocular e de profundidade através de testes especiais como o Titmus (teste da mosca).

Doenças comumente avaliadas pelo exame:

Estrabismo

Insuficiência de convergência

Ambliopia

Como se preparar para o exame?

Não é necessário preparo especial para o exame.

Como é o exame?

Não é necessário dilatar a pupila. Os testes são rápidos e indolores.

O teste ortóptico é um conjunto de exames utilizados para avaliar a posição e a movimentação dos olhos e a capacidade de visão binocular. Inicialmente é avaliada a posição e o alinhamento dos olhos em todas as posições do olhar e se há alteração na força dos músculos extra-oculares. Se há desvio, este é medido utilizando prismas.

Desvios latentes são estudados através do teste de cobertura (cover test). Tampando sucessivamente cada um dos olhos, quebra-se a visão binocular e desvios não aparentes podem se tornar visíveis.

O teste ortóptico avalia também a visão binocular e de profundidade através de testes especiais como o Titmus (teste da mosca).

 

Doenças comumente avaliadas pelo exame:

Estrabismo

Insuficiência de convergência

Ambliopia

 

Como se preparar para o exame?

Não é necessário preparo especial para o exame.

 

Como é o exame?

Não é necessário dilatar a pupila. Os testes são rápidos e indolores.

 

PAQUIMETRIA

A paquimetria é o exame que mede a espessura da córnea, essencial, por exemplo, na avaliação pré operatória para uma cirurgia refrativa. Outra utilização frequente da paquimetria é nos pacientes portadores de hipertensão ocular ou glaucoma, para avaliar a precisão da tonometria de aplanação de Goldmann. Em pacientes com córneas muito finas ou muito espessas esse tipo de tonometria pode fornecer medidas equivocadas.

Existem dois tipos de paquimetria: ultrassônica e óptica.

A paquimetria ultrassônica utiliza uma sonda que toca na superfície ocular e faz múltiplas medidas (30 a 500). A média dos valores é apresentada como resultado.

A paquimetria óptica não toca a córnea, apenas projeto um feixe de luz que a atravessa.

Doenças comumente avaliadas pelo exame:

Glaucoma

Ceratocone

Edema de córnea

Doenças corneanas

Como se preparar para o exame?

Não é necessário preparo especial para o exame.

Como é o exame?

Não é necessário dilatar a pupila. O teste é rápido e indolor.

A paquimetria é o exame que mede a espessura da córnea, essencial, por exemplo, na avaliação pré operatória para uma cirurgia refrativa. Outra utilização frequente da paquimetria é nos pacientes portadores de hipertensão ocular ou glaucoma, para avaliar a precisão da tonometria de aplanação de Goldmann. Em pacientes com córneas muito finas ou muito espessas esse tipo de tonometria pode fornecer medidas equivocadas.

Existem dois tipos de paquimetria: ultrassônica e óptica.

A paquimetria ultrassônica utiliza uma sonda que toca na superfície ocular e faz múltiplas medidas (30 a 500). A média dos valores é apresentada como resultado.

A paquimetria óptica não toca a córnea, apenas projeto um feixe de luz que a atravessa.

 

Doenças comumente avaliadas pelo exame:

Glaucoma

Ceratocone

Edema de córnea

Doenças corneanas

 

Como se preparar para o exame?

Não é necessário preparo especial para o exame.

 

Como é o exame?

Não é necessário dilatar a pupila. O teste é rápido e indolor.

 

RETINOGRAFIA

Exame que fotografa o fundo de olho (retina, mácula, coróide, disco óptico e vasos retinianos) e registra as alterações observadas pelo oftalmologista durante o exame clínico. É utilizada principalmente para documentar as lesões encontradas e para acompanhá-las ao longo do tempo.

Doenças comumente avaliadas pelo exame:

Glaucoma

Doenças retinianas

Tumores

Oclusões vasculares

Retinopatia diabética

Retinopatia hipertensiva

Como se preparar para o exame?

A pupila será dilatada para realização do exame, por isso é aconselhado levar um acompanhante.

Como é o exame?

Após a dilatação da pupila, o paciente é posicionado no aparelho e as fotos são tiradas.

Exame que fotografa o fundo de olho (retina, mácula, coróide, disco óptico e vasos retinianos) e registra as alterações observadas pelo oftalmologista durante o exame clínico. É utilizada principalmente para documentar as lesões encontradas e para acompanhá-las ao longo do tempo.

 

Doenças comumente avaliadas pelo exame:

Glaucoma

Doenças retinianas

Tumores

Oclusões vasculares

Retinopatia diabética

Retinopatia hipertensiva

 

Como se preparar para o exame?

A pupila será dilatada para realização do exame, por isso é aconselhado levar um acompanhante.

 

Como é o exame?

Após a dilatação da pupila, o paciente é posicionado no aparelho e as fotos são tiradas.

 

TESTE DE OFUSCAMENTO (BAT)

O teste de ofuscamento utiliza o aparelho Brightness Acuity test (BAT). Ele projeta feixes de luz de diferentes intensidades nos olhos para medir o glare, ou seja, o ofuscamento da visão após exposição à luminosidade. Ele simula três condições: luz solar direta, dia parcialmente nublado e luzes artificiais. A visão é medida em cada uma das condições de iluminação.

Indicações do exame:

Avaliação de catarata

Após cirurgias refrativas

Como se preparar para o exame?

Não é necessário preparo especial para o exame.

Como é o exame?

O exame é realizado no próprio consultório do oftalmologista. O aparelho projeta a luz nos olhos e a acuidade visual é medida. Pacientes com glare apresentam queda da visão após a exposição a alta luminosidade.

O teste de ofuscamento utiliza o aparelho Brightness Acuity test (BAT). Ele projeta feixes de luz de diferentes intensidades nos olhos para medir o glare, ou seja, o ofuscamento da visão após exposição à luminosidade. Ele simula três condições: luz solar direta, dia parcialmente nublado e luzes artificiais. A visão é medida em cada uma das condições de iluminação.

 

Indicações do exame:

Avaliação de catarata

Após cirurgias refrativas

 

Como se preparar para o exame?

Não é necessário preparo especial para o exame.

 

Como é o exame?

O exame é realizado no próprio consultório do oftalmologista. O aparelho projeta a luz nos olhos e a acuidade visual é medida. Pacientes com glare apresentam queda da visão após a exposição a alta luminosidade.

TOMOGRAFIA DE COERÊNCIA ÓPTICA (OCT)

Exame que utiliza um feixe de luz para obter imagens em cortes da retina e do disco óptico. Através do OCT retiniano é possível medir a espessura da retina, analisar sua estrutura e detectar alterações em suas camadas específicas. A medida da camada de fibras nervosas fornece importantes informações para o diagnóstico e o acompanhamento do glaucoma.

No OCT do disco óptico é possível avaliar seu tamanho, diâmetro e profundidade da escavação. Além disso, os resultados são comparados a um banco de dados e fornecem uma classificação em relação ao que é considerado normal para a faixa etária do paciente.

Com o OCT é possível comparar o exame atual aos exames realizados anteriormente e detectar pequenas alterações, o que é muito valioso no acompanhamento de pacientes com glaucoma.

Doenças comumente avaliadas pelo exame:

Glaucoma

Degeneração macular relacionada à idade

Retinopatia diabética

Edema macular

Coroidopatia serosa central

Oclusões vasculares

Descolamento de retina

Membrana epirretiniana

Buraco macular

Tração vítreo-retiniana

Como se preparar para o exame?

Não é necessário preparo especial para o exame. Pode ser necessário dilatar a pupila, então recomenda-se levar um acompanhante.

Como é o exame?

O paciente é posicionado no aparelho e fixa a visão em um ponto central. O exame é rápido e indolor. Não é necessário contraste.

Exame que utiliza um feixe de luz para obter imagens em cortes da retina e do disco óptico. Através do OCT retiniano é possível medir a espessura da retina, analisar sua estrutura e detectar alterações em suas camadas específicas. A medida da camada de fibras nervosas fornece importantes informações para o diagnóstico e o acompanhamento do glaucoma.

No OCT do disco óptico é possível avaliar seu tamanho, diâmetro e profundidade da escavação. Além disso, os resultados são comparados a um banco de dados e fornecem uma classificação em relação ao que é considerado normal para a faixa etária do paciente.

Com o OCT é possível comparar o exame atual aos exames realizados anteriormente e detectar pequenas alterações, o que é muito valioso no acompanhamento de pacientes com glaucoma.

 

Doenças comumente avaliadas pelo exame:

Glaucoma

Degeneração macular relacionada à idade

Retinopatia diabética

Edema macular

Coroidopatia serosa central

Oclusões vasculares

Descolamento de retina

Membrana epirretiniana

Buraco macular

Tração vítreo-retiniana

 

Como se preparar para o exame?

Não é necessário preparo especial para o exame. Pode ser necessário dilatar a pupila, então recomenda-se levar um acompanhante.

Como é o exame?

O paciente é posicionado no aparelho e fixa a visão em um ponto central. O exame é rápido e indolor. Não é necessário contraste.

 

TOMOGRAFIA DE SEGMENTO ANTERIOR (PENTACAM)

O Pentacam faz o mapeamento completo da córnea: estuda a superfície anterior e a posterior, analisa as curvaturas, mede o diâmetro e mapeia a espessura ponto a ponto. Além disso, ele mede a profundidade da câmara anterior e oferece imagens tomográficas de suas estruturas.

Durante o pré-operatório da cirurgia refrativa, fornece informações mais detalhadas e úteis para o planejamento do procedimento e detecta com mais sensibilidade alterações que podem contra-indicar a cirurgia.

Indicações do exame:

Cirurgia refrativa

Catarata

Glaucoma

Ceratocone

Trauma ocular

Como se preparar para o exame?

Não é necessário preparo especial para o exame. Pode ser necessário dilatar a pupila, então se recomenda levar um acompanhante. Usuários de lente de contato devem suspender seu uso de 5 a 10 dias antes do exame, conforme orientação médica.

Como é o exame?

O paciente é posicionado no aparelho e fixa a visão em um ponto central. O exame é rápido e indolor.

O Pentacam faz o mapeamento completo da córnea: estuda a superfície anterior e a posterior, analisa as curvaturas, mede o diâmetro e mapeia a espessura ponto a ponto. Além disso, ele mede a profundidade da câmara anterior e oferece imagens tomográficas de suas estruturas.

Durante o pré-operatório da cirurgia refrativa, fornece informações mais detalhadas e úteis para o planejamento do procedimento e detecta com mais sensibilidade alterações que podem contra-indicar a cirurgia.

 

Indicações do exame:

Cirurgia refrativa

Catarata

Glaucoma

Ceratocone

Trauma ocular

 

Como se preparar para o exame?

Não é necessário preparo especial para o exame. Pode ser necessário dilatar a pupila, então se recomenda levar um acompanhante. Usuários de lente de contato devem suspender seu uso de 5 a 10 dias antes do exame, conforme orientação médica.

 

Como é o exame?

O paciente é posicionado no aparelho e fixa a visão em um ponto central. O exame é rápido e indolor.

 

TONOMETRIA

A tonometria, ou medida da pressão ocular, deve ser realizada em todas as consultas oftalmológicas, pois é a principal medida de prevenção do glaucoma. Existem vários tipos de tonometria:

  • Tonometria de aplanação: O tonômetro mais usado no dia a dia dos oftalmologistas é o de aplanação de Goldman. Simples e preciso, esse método é limitado em pacientes com espessura corneana muito fina ou muito espessa. Nestes casos, os resultados não são confiáveis e deve ser utilizado outro método para medir a pressão ocular.

  • Tonometria de sopro: realizada apenas como triagem antes da consulta oftalmológica, pois seus resultados não são tão precisos quanto a tonometria de Goldman.

  • Tonometria de indentação: atualmente o mais conhecido nessa classe de tonômetros é o Tono-Pen. Ele é portátil e muito útil para medir a pressão de crianças e pessoas acamadas. Seus resultados são bastante precisos.

  • Tonometria de contorno dinâmico (Pascal): tonômetro eletrônico de não contato que mede a pressão ocular com mais independência de interferências como a espessura corneana. Ele oferece também uma medida da amplitude de pulso ocular, ou seja, mede o fluxo sanguíneo que chega até o olho.

Indicações do exame:

Todos os pacientes durante a consulta oftalmológica de rotina

Suspeita de glaucoma

Glaucoma

Inflamações oculares

Pós opetarório

Como se preparar para o exame?

Não é necessário preparo especial para o exame.

Como é o exame?

Na tonometria de Goldman os olhos são anestesiados e o paciente posicionado na lâmpada de fenda. O tonômetro toca levemente o olho e a pressão é medida pelo médico.

A tonometria, ou medida da pressão ocular, deve ser realizada em todas as consultas oftalmológicas, pois é a principal medida de prevenção do glaucoma. Existem vários tipos de tonometria:

  • Tonometria de aplanação: O tonômetro mais usado no dia a dia dos oftalmologistas é o de aplanação de Goldman. Simples e preciso, esse método é limitado em pacientes com espessura corneana muito fina ou muito espessa. Nestes casos, os resultados não são confiáveis e deve ser utilizado outro método para medir a pressão ocular.

  • Tonometria de sopro: realizada apenas como triagem antes da consulta oftalmológica, pois seus resultados não são tão precisos quanto a tonometria de Goldman.

  • Tonometria de indentação: atualmente o mais conhecido nessa classe de tonômetros é o Tono-Pen. Ele é portátil e muito útil para medir a pressão de crianças e pessoas acamadas. Seus resultados são bastante precisos.

  • Tonometria de contorno dinâmico (Pascal): tonômetro eletrônico de não contato que mede a pressão ocular com mais independência de interferências como a espessura corneana. Ele oferece também uma medida da amplitude de pulso ocular, ou seja, mede o fluxo sanguíneo que chega até o olho.

 

Indicações do exame:

Todos os pacientes durante a consulta oftalmológica de rotina

Suspeita de glaucoma

Glaucoma

Inflamações oculares

Pós opetarório

 

Como se preparar para o exame?

Não é necessário preparo especial para o exame.

 

Como é o exame?

Na tonometria de Goldman os olhos são anestesiados e o paciente posicionado na lâmpada de fenda. O tonômetro toca levemente o olho e a pressão é medida pelo médico.

 

TOPOGRAFIA CORNEANA (CERATOSCOPIA COMPUTADORIZADA)

Exame que analisa o relevo e determina as medidas de curvatura da córnea. O aparelho projeta na córnea a imagem de anéis chamados discos de Plácido. Após captar as imagens refletidas dos anéis, o topógrafo processa e analisa os dados, fornecendo mapas de cores:

  • Áreas mais curvas são representadas em vermelho, laranja e amarelo;

  • Áreas mais planas são representadas em azul e verde.

Indicações do exame:

Adaptação de lentes de contato

Pré operatório de cirurgia refrativa

Ceratocone

Catarata

Transplante de córnea

Como se preparar para o exame?

Não é necessário preparo especial para o exame.

Como é o exame?

O paciente é posicionado no aparelho e fixa a visão em um ponto central. O exame é rápido e indolor.

Exame que analisa o relevo e determina as medidas de curvatura da córnea. O aparelho projeta na córnea a imagem de anéis chamados discos de Plácido. Após captar as imagens refletidas dos anéis, o topógrafo processa e analisa os dados, fornecendo mapas de cores:

  • Áreas mais curvas são representadas em vermelho, laranja e amarelo;

  • Áreas mais planas são representadas em azul e verde.

 

Indicações do exame:

Adaptação de lentes de contato

Pré operatório de cirurgia refrativa

Ceratocone

Catarata

Transplante de córnea

 

Como se preparar para o exame?

Não é necessário preparo especial para o exame.

 

Como é o exame?

O paciente é posicionado no aparelho e fixa a visão em um ponto central. O exame é rápido e indolor.

 

TESTE DO REFLEXO VERMELHO (TESTE DO OLHINHO)

Exame realizado no recém nascido para identificar alterações oculares. Um feixe de luz é projetado nos olhos do bebê para se observar seu reflexo através da pupila. Esse exame é comparado ao efeito de tirar uma foto com flash e observar se a pessoa apareceu com os olhos vermelhos. Caso haja algum obstáculo ao feixe luminoso que impeça a formação do reflexo, isto pode significar uma doença ocular.

Doenças diagnosticadas pelo exame:

Catarata congênita

Glaucoma congênito

Retinopatia da prematuridade

Retinoblastoma

Cicatrizes

Doenças infecciosas

Como se preparar para o exame?

Não é necessário preparo especial para o exame.

Como é o exame?

Após a dilatação das pupilas, um feixe de luz é projetado nos olhos do bebê e o reflexo é observado pelo médico.

Exame realizado no recém nascido para identificar alterações oculares. Um feixe de luz é projetado nos olhos do bebê para se observar seu reflexo através da pupila. Esse exame é comparado ao efeito de tirar uma foto com flash e observar se a pessoa apareceu com os olhos vermelhos. Caso haja algum obstáculo ao feixe luminoso que impeça a formação do reflexo, isto pode significar uma doença ocular.

 

Doenças diagnosticadas pelo exame:

Catarata congênita

Glaucoma congênito

Retinopatia da prematuridade

Retinoblastoma

Cicatrizes

Doenças infecciosas

 

Como se preparar para o exame?

Não é necessário preparo especial para o exame.

 

Como é o exame?

Após a dilatação das pupilas, um feixe de luz é projetado nos olhos do bebê e o reflexo é observado pelo médico.

 

FOTODOCUMENTAÇÃO

A documentação fotográfica é utilizada para diagnóstico e acompanhamento de diversas doenças, principalmente na área da plástica ocular.

Indicações do exame

Pré e pós operatório de cirurgias plásticas oculares

Estrabismo

Acompanhamento de lesões nas pálpebras e conjuntiva

Acompanhamento de procedimentos estéticos como botox, preenchimento e laser.

Como se preparar para o exame?

Não é necessário preparo especial para o exame.

Como é o exame?

 

O paciente é posicionado sob iluminação adequada e as imagens são registradas utilizando uma câmera fotográfica.

A documentação fotográfica é utilizada para diagnóstico e acompanhamento de diversas doenças, principalmente na área da plástica ocular.

 

Indicações do exame

Pré e pós operatório de cirurgias plásticas oculares

Estrabismo

Acompanhamento de lesões nas pálpebras e conjuntiva

Acompanhamento de procedimentos estéticos como botox, preenchimento e laser.

 

Como se preparar para o exame?

Não é necessário preparo especial para o exame.

 

Como é o exame?

O paciente é posicionado sob iluminação adequada e as imagens são registradas utilizando uma câmera fotográfica.

 

VIDEODOCUMENTAÇÃO

O registro em vídeo de exames oftalmológicos é realizado para que se possa estudar detalhadamente as alterações encontradas e acompanhá-las ao longo do tempo.

Indicações do exame

Avaliação da lágrima

Adaptação de lentes de contato

Corpo estranho intraocular

Tumores

Subluxação e luxação do cristalino

Doenças da retina e do vítreo

Como se preparar para o exame?

Não é necessário preparo especial para o exame.

Como é o exame?

O paciente é posicionado no aparelho e as imagens são registradas. Pode ser necessário dilatar a pupila para a realização do exame.

O registro em vídeo de exames oftalmológicos é realizado para que se possa estudar detalhadamente as alterações encontradas e acompanhá-las ao longo do tempo.

 

Indicações do exame

Avaliação da lágrima

Adaptação de lentes de contato

Corpo estranho intraocular

Tumores

Subluxação e luxação do cristalino

Doenças da retina e do vítreo

 

Como se preparar para o exame?

Não é necessário preparo especial para o exame.

 

Como é o exame?

O paciente é posicionado no aparelho e as imagens são registradas. Pode ser necessário dilatar a pupila para a realização do exame.

 

AVALIAÇÃO DA LÁGRIMA

Para avaliar a qualidade da lágrima são usados corantes como a fluoresceína, rosa bengala e lisaminaverde. O exame estuda a estabilidade da lágrima e revela áreas de lesão na córnea e na conjuntiva.

Para avaliar a quantidade de lágrima é utilizado o teste de Schirmer. Neste exame, tiras de papel filtro são posicionadas na superfície ocular e absorvem a lágrima produzida durante 5 minutos. Ao final do exame, a medida da área úmida do papel corresponde à quantidade de lágrima produzida.

Indicações do exame

Suspeita de olho seco

Doenças reumatológicas

Adaptação de lentes de contato

Como se preparar para o exame?

Não é necessário preparo especial para o exame.

Como é o exame?

Após a instilação do corante ou colocação das tirar de papel filtro, o paciente é posicionado na lâmpada de fenda para o exame.

Para avaliar a qualidade da lágrima são usados corantes como a fluoresceína, rosa bengala e lisaminaverde. O exame estuda a estabilidade da lágrima e revela áreas de lesão na córnea e na conjuntiva.

Para avaliar a quantidade de lágrima é utilizado o teste de Schirmer. Neste exame, tiras de papel filtro são posicionadas na superfície ocular e absorvem a lágrima produzida durante 5 minutos. Ao final do exame, a medida da área úmida do papel corresponde à quantidade de lágrima produzida.

 

Indicações do exame

Suspeita de olho seco

Doenças reumatológicas

Adaptação de lentes de contato

 

Como se preparar para o exame?

Não é necessário preparo especial para o exame.

 

Como é o exame?

Após a instilação do corante ou colocação das tirar de papel filtro, o paciente é posicionado na lâmpada de fenda para o exame.

 

LAVAGEM DAS VIAS LACRIMAIS

A lavagem das vias lacrimais estuda as vias de drenagem da lágrima do olho até a cavidade nasal.

Indicações do exame

Suspeita de obstrução das vias lacrimais

Como se preparar para o exame?

Não é necessário preparo especial para o exame.

Como é o exame?

Após instilação de colírio anestésico, é introduzida uma cânula nos pontos lacrimais inferiores e injetado soro fisiológico 0.9%. A passagem do líquido até a garganta indica que as vias estão desimpedidas. Se houver obstrução do canal lacrimal, o soro, possivelmente acompanhado de secreção purulenta, irá refluir.

A lavagem das vias lacrimais estuda as vias de drenagem da lágrima do olho até a cavidade nasal.

 

Indicações do exame

Suspeita de obstrução das vias lacrimais

 

Como se preparar para o exame?

Não é necessário preparo especial para o exame.

 

Como é o exame?

Após instilação de colírio anestésico, é introduzida uma cânula nos pontos lacrimais inferiores e injetado soro fisiológico 0.9%. A passagem do líquido até a garganta indica que as vias estão desimpedidas. Se houver obstrução do canal lacrimal, o soro, possivelmente acompanhado de secreção purulenta, irá refluir.

 

TESTES PARA ADAPTAÇÃO DE LENTES DE CONTATO (Keratograph 5M)

Durante os testes para adaptação de lentes de contato, são realizados vários exames no Keratograph 5M®:

- Medida do diâmetro da córnea;

- Medida do tamanho da pupila;

- Topografia: medida das curvaturas da córnea;

- Análise dos dados e sugestão do tipo mais adequado de lente de contato;

- Oximap: analisa a transmissibilidade de oxigênio através das lentes de contato;

- Análise da lágrima: mede a estabilidade da lágrima sem a necessidade de corantes, avalia sua quantidade e a composição.

- Meibografia: analisa as glândulas de Meibomius na pálpebra superior e inferior.

Indicações do exame

Adaptação de lentes de contato

Suspeita de olho seco

Doenças reumatológicas

Como se preparar para o exame?

Não é necessário preparo especial para o exame.

Como é o exame?

O paciente é posicionado no aparelho e os testes são realizados. O exame é rápido e indolor.

Durante os testes para adaptação de lentes de contato, são realizados vários exames no Keratograph 5M®:

- Medida do diâmetro da córnea;

- Medida do tamanho da pupila;

- Topografia: medida das curvaturas da córnea;

- Análise dos dados e sugestão do tipo mais adequado de lente de contato;

- Oximap: analisa a transmissibilidade de oxigênio através das lentes de contato;

- Análise da lágrima: mede a estabilidade da lágrima sem a necessidade de corantes, avalia sua quantidade e a composição.

- Meibografia: analisa as glândulas de Meibomius na pálpebra superior e inferior.

 

Indicações do exame

Adaptação de lentes de contato

Suspeita de olho seco

Doenças reumatológicas

 

Como se preparar para o exame?

Não é necessário preparo especial para o exame.

 

Como é o exame?

O paciente é posicionado no aparelho e os testes são realizados. O exame é rápido e indolor.

 

TESTE DE OSMOLARIDADE DO FILME LACRIMAL

Exame que analisa a composição e a osmolaridade da lágrima e auxilia no diagnóstico e acompanhamento do olho seco.

Indicações do exame

Adaptação de lentes de contato

Suspeita de olho seco

Doenças reumatológicas

Como se preparar para o exame?

Não é necessário preparo especial para o exame.

Como é o exame?

Durante esse exame é coletada uma pequena quantidade de lágrima do olho do paciente. O exame é rápido e indolor.

Exame que analisa a composição e a osmolaridade da lágrima e auxilia no diagnóstico e acompanhamento do olho seco.

 

Indicações do exame

Adaptação de lentes de contato

Suspeita de olho seco

Doenças reumatológicas

 

Como se preparar para o exame?

Não é necessário preparo especial para o exame.

 

Como é o exame?

Durante esse exame é coletada uma pequena quantidade de lágrima do olho do paciente. O exame é rápido e indolor.